sábado, 10 de novembro de 2018

Observação 7 - 04/10/2018 - Amor e compaixão



"O amor e a compaixão são necessidades, não são luxo. Sem eles, a humanidade não pode sobreviver" – Dalai Lama

No budismo a compaixão é “o desejo de que todos estejam livres do sofrimento e das causas do sofrimento”. A compaixão tem como base a apreciação dos sentimentos alheios, especialmente quando já passamos pelo mesmo infortúnio que a outra pessoa. Se nunca tivermos passado por nada parecido, procuramos nos colocar no lugar do outro e imaginar como deve ser, e então sentimos como gostaríamos de nos livrar desse sofrimento, e aspiramos que o outro também se livre.

A compaixão abre o nosso coração e mente para os outros, ajudando-nos a nos libertar das limitações solitárias e autoimpostas de pensarmos só em nós mesmos. Todos enfrentam problemas na vida. Quando nos sentimos conectados aos outros, superamos os sentimentos de isolamento e alienação. Está cientificamente comprovado que ser compassivo nos faz sentir mais felizes e seguros. Levar a dor e os sofrimento dos outros a sério e querer ajudá-los nos dá força e confiança. Se nos treinarmos para sermos mais compassivos, a compaixão se tornará uma verdadeira fonte de bem estar.

Meta Bhavana ou Pratica do desenvolvimento da Meditação do Amor Incondicional

Essa prática visa cultivarmos o amor, a bondade e a consciência da humanidade compartilhada. Ajuda-nos a sermos mais pacientes, gentis e compassivos.
Sente-se confortavelmente, em uma postura relaxada, porém disperta. Deixe sua coluna ereta, os ombros gentilmente para trás, com peito aberto em uma postura de receptividade. Se você estiver em uma cadeira, o ideal é q seus pés estejam apoiados no chão.
Apoie as suas mãos em suas pernas, para que de sustentação aos seus ombros. Respire profundamente, alinhando seu corpo, sua mente e seu coração para uma postura meditativa. Comece prestando atenção na sua respiração, sinta o ar entrando e saindo do seu corpo... não precisa alterar o fluxo da sua respiração, somente prestar atenção como ela ocorre...
Sinta a temperatura do ar, entrando e saindo pelo seu corpo... sinta o movimento do seu corpo ao respirar... perceba a profundidade da sua respiração... lembrando que não existe certo nem errado, o seu corpo sabe a necessidade de respirar... neste momento, tome consciência de todo o seu corpo presente neste momento, aqui e agora... e sentindo essa presença, essa integridade de corpo mente você vai pensar em uma pessoa neutra em sua vida, uma pessoa que você encontra diariamente mas que não desperta nenhum sentimento mais forte, nenhuma emoção mais forte, nem positiva, nem negativa... Pode ser uma pessoa que você encontra na padaria, no super, o porteiro do prédio... ao olhar pra essa pessoa, você toma consciência que ela é um ser como você, ela também tem sonhos, ela também tem medos, ela também  faz de tudo para ser feliz, e ela faz de tudo para fugir do que a desagrada. E você olha para essa pessoa e diz: que você seja feliz, que você não sofra, que você encontre as verdadeiras causas da felicidade, que você supere as causas do sofrimento... que você tenha lucidez, que você tenha a capacidade de trazer beneficio aos seres, que você encontre nisso a felicidade...
você se despede dessa pessoa, e convida neste momento uma pessoa que você tenha dificuldade de relacionamento, pode ser uma pessoa que você tenha se desentendido essa semana, ou q tenha acontecido algum evento q te desagradou, um q tenha feito algo há muito tempo atrás e que você ainda não perdoou, e ao olhar para essa pessoa, você toma consciência de que ela é um  ser como você... ela também tem sonhos, ela também tem medos, ela também tem desejos, ela faz de tudo p ser feliz e ela faz de tudo p se livrar do sofrimento, que você seja feliz, que você não sofra, que você encontre as verdadeiras causas da felicidade e que você supere as causas do sofrimento...que você tenha lucidez e capacidade de trazer benefícios aos seres...
Vocês se despede dessa pessoa e convida agora p essa meditação uma pessoa que você tenha muito amor, muito carinho. e ao pensar nessa pessoa, você tem certeza do amor dela por você... consciente desse amor presente, você  olha para a pessoa e percebe que ela é um ser como você, que ela também tem sonhos, ela também tem medos, ela faz de tudo para se livrar do sofrimentos ela faz de tudo para ser feliz. E você olha para essa pessoa e diz: que você seja feliz, que você não sofra, que você encontre as verdadeiras causas da felicidade, que você supere as causas do sofrimento, que você tenha lucidez, que você tenha capacidade de trazer beneficio aos seres que você encontre a sua felicidade.
E você se despede dessa pessoa, e volta a sua atenção para você... para o seu corpo, para sua respiração, para sua presença neste momento... e você diz para si mesmo: que eu seja feliz, que eu não sofra, que eu encontre as verdadeiras causas da felicidade, que eu supere as causas do sofrimento, que eu tenha lucidez, que eu tenha a capacidade de trazer benéficos aos seres e q eu encontre nisso a minha felicidade. E com todo esse sentimento de empatia, de amor, de generosidade, de amor próprio e compaixão, você vai prestando atenção na sua respiração, no seu corpo como um todo e gentilmente vai encerrando a sua pratica levando essa energia para todo o seu dia e todos seus relacionamentos...

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Essa prática foi muito significativa, nos propõe olhar para o outro como alguém igual a nós, com sonhos, com medos, com dias difíceis, que quer as mesmas coisas: ser feliz, estar em paz. Desejar coisas boas, sentimentos bons, para os outros, e desejar esses mesmos sentimentos para si, foi muito libertador e reenergizante. Simplesmente, soltar-se dos sentimentos negativos que te ligam a alguém, e deixar ir, desejando a renovação por sentimentos leves, carregando essa nova energia para os relacionamentos.

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